quinta-feira, 23 de junho de 2022

Vinicioz Bórba apresenta o Reencantar na 36° Feira do Livro de Brasília

Lançamento do Reencantar na 36° Feira do Livro de Brasília NESTA SEXTA, as 10h30 da manhã. Aguardando todo mundo lá, também com transmissão ao vivo pelo Face da TV Comunitária de Brasília e mediação do meu amigo e jornalista, @paulo_miranda_tv . 
O livro Reencantar, segundo de poesias de Vinicioz Bórba traz a produção recente do poeta, abordando a espiritualidade, debates de gênero e lutas populares que permeiam a caminhada do autor. 
Acompanhe pelo Facebook.com/TVComDF

quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

Eles tem mesmo medo é dos poetas

Publicado originalmente no Jornal Brasil Popular: 
• Vinicioz Bórba

No poema Cidadão de Bens, do livro Reencantar, reflito sobre os neoconservadores e como eles temem e perseguem as artes. “Cuidado a você que sonha longe / Eles têm mesmo medo é dos poetas / Realidade expomos como estetas / Astutos meditamos como monges”, afirma o poema. Em sua conclusão, homenageio o grande Mário Quintana, meu conterrâneo, alertando: “Pois eles passarão nós passarinhos / Nós somos as ideias que despertam”, como também nos ensinou Luís Inácio, minutos antes de sua injusta prisão. 


Mas qual seria o papel dos poetas em suas reflexões e alfarrábios, saraus e performances, em lives nas tais redes digitais? Téophile Gautier, nos idos de 1832, definiria a “Arte pela arte” como fundamento de uma arte acrítica, com objetivo final em si mesma, romantizando excessivamente seus fazeres. 

Já nosso povo do “poetariado organizado e resistente”, do Distrito Federal, nestes tempos de Era de Aquários, em especial, nossos irmãos da Tribo das Artes, de Taguatinga, vaticinavam: “Não basta fazer arte, ela tem de incomodar!”. Filiado a essa segunda escola, observo ainda o papel importante do caminhar dos e das poetas. Decidam-se por suas posturas, isso é de liberdade e visões muito pessoais, mas sabemos que, em geral, pessoas com sensibilidade e coração para registrar e publicar a palavra sentida são também, em maioria, pessoas de imensa sensibilidade humana, empatia natural e senso de justiça e amor ao próximo. 

Assim sendo, nós que construímos a tal lida poética, essa dos e das que “carregam água na peneira”, como diria Manuel de Barros, sabemos como é crucial, em tempos bicudos de tamanhos atentados à vida, aos direitos básicos e ameaças à democracia, seguirmos firmes dando alento às pessoas. Com nossa perspicácia em trazer leveza ao jeito de ver a vida, de enfrentar as dores que nos afligem, e minimizar o sofrimento tão em voga em tempos de pandemônios e vírus letais a solta. Outros jeitos de ver e ler a vida, com a certeza das incertezas, sem, no entanto, perdermos a esperança na humanidade. 

A palavra falada, com a generosidade de quem lê seus escritos e encanta corações, ou mesmo busca o que definiu o título do meu último livro, o Reencantar, define em grande medida essa dedicação de conectar até corações endurecidos pelas mentiras ultraconservadoras. 

Este período de tantas reclusões, de isolamentos e tamanhas agonias nos exige nova postura amorosa, e não fossem as póeticas, em todas as linguagens de arte que se apresentam, e muitos e muitas mais poderíamos ter nos perdido ante o caos. É tempo de versar amores, lembranças, curar feridas, enfim, expor nossos sentimentos, e nada melhor que rimar para buscar essa esperança. Esperançar, como diria Freire, talvez seja a maior missão dos e das poetas neste tempo. Publiquemos pois, não há mais nada a perder.


• Vinicioz Bórba, @poetaviniciozborba

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

Lançamento do livro Reencantar, Poesias de Vinicioz Bórba em dezembro no DF

Reencantar é o título do novo livro de Vinicioz Bórba, poeta e jornalista que lança sua a obra em Brasília em diversos locais em dezembro. Trazendo reflexões do autor sobre espiritualidade e humanidades em tempos de pandemia, o livro apresenta questões ambientais, os desafios da democracia e a busca de esperança num momento em que cada pessoa é chamada ao próprio interior. Sobradinho, Taguatinga, Jardim Botânico e Brasília terão apresentações do poeta e ator que interpreta os poemas com acompanhamento musical de Ulisses Cândido e outros convidados.

As densidades da matéria, boemia e os amores e desilusões do poeta também provocam, com ilustrações, fotografias e mandalas que compõe a obra. Discussões de gênero e descontrução das masculinidades também fazem parte da poética de Vinicioz.

Com apresentação de Paulo Dagomé e prefácio do jornalista e doutor em letras, Marcos Fabrício, o livro é lançamento independente do autor e entra em pré-venda via internet. 

Agenda
Dia 17, próxima sexta o livro será apresentado no Empório do Sol, condomínio Quintas Itaipu, região do Jardim Botânico. Sábado dia 18 a tarde ocorre apresentação em evento na Feira Permanente de Sobradinho, às 14h, e a noite às 20h com participação especial de Máximo Mansur ocorre na galeria Olho de Águia, Taguatinga Norte. 

Em Brasília o lançamento ocorre dia 20 de dezembro no tradicional Beirute na 109 Sul, e terça o autor Vinicioz Bórba participa de bate papo com o pessoal do projeto Salada de Letras, na galeria Infinu na 506 Sul.

Reencantamento Providencial

Inspirado em suas jornadas espirituais e universalistas, a obra traz a essência apaixonada de quem vivencia a transição de Eras nos anos 2000, ante ao caos político do Brasil num cenário pandêmico, trazendo ainda assim a esperança de resgatar o que há de essencial no ser humano/a: o amor e uma nova consciência em plena gestação. 

Caminhando na contradição, entre a incoerência e a loucura, discute os dilemas de uma religiosidade tão líquida quanto os valores relativizados pelo excesso de informação em meio a tantas redes e os profundos vazios que desafiam a humanidade, quando a morte se apresenta mais crua e real do que nunca. 

O Poeta
Radicado na periferia do DF, convivendo com um cenário político com evidentes atentados contra a democracia, Vinicioz denuncia com sua verve a importância de seguir em frente. 

Vinicioz Bórba é poeta, jornalista, artivista cultural e mestre de cerimônias radicado no Distrito Federal. Realiza saraus nas periferias e na capital federal há 18 anos conduzindo pela força da palavra a missão de reencantar. Integrante dos coletivos Radicais Livres S/A e Coletivo Palavra, foi também autor do livro Fora da Ordem (2015). Terapeuta reikiano e numerólogo segue em sua busca pelo próprio despertar.

Serviço: Lançamento em Brasília do livro Reencantar: Poesias de Vinicioz Bórba
Entrada Franca
Classificação Livre

• 17/12 – Sexta -  Empório Pôr do Sol -  Chácara Itaipu, 39 - Jardim Botânico
                             às 20 horas.
• 18/12 – Sábado - Feira Permanente de Sobradinho - 14:30h
• 18/12 – Sábado - Galeria Olho de Águia - Taguatinga Norte - CNF1, Ed. Praiamar, Bl. D, loja 12, Taguatinga, DF - às 20 horas
• 20/12 – Segunda - Beirute - 109 Sul
                             às 19 horas.
• 21/12 – terça - Galeria Infinu - 506 Sul
                            às 20 horas.

Informações: (61) 985511075
Livro: R$ 30,00

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terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Sobre crises migratórias na Fronteira da Europa

Grave crise migratória na entrada da Europa.
Reportagem da BBC Brasil explica: https://fb.watch/9KSNmq3q1K/

 E sim, podemos ver problemas graves da atuação do presidente de Belarus, o tal Lucachenko. Mas olhando na questão anterior, deixo a pergunta a meus e minhas irmãs que conhecem a realidade destes fluxos migratórios, indo na raiz da questão: porque tantas pessoas fogem do Oriente Médio e África???? Começou com fundamentalismos ou os fundamentalismos ganharam força pelas desestabilizacões de suas democracias? Será que as guerras por petróleo e recursos naturais naqueles países como Iran, Siria, Nigéria não começaram com países capitalistas fazendo suas políticas imperialistas? Até quando essas grandes "democracias" européias e norte americanas seguirão beneficiando suas bolsas de valores e luxos, sim, seus luxos, baseados na miséria dos demais países africanos e asiáticos? Aqui, vimos a atuação dos EUA para desestabilizar nossa democracia e comer nosso Pre-Sal.. conseguiram o que? Nos deram um Lucachenko igual o de Belarus, só com um sinalzinho trocado, mas um bosta um tanto pior. Pra que? Com o mesmo discurso anticorrupsaum de Lucachenko pagaram a campanha desse ex milico pra comer nossos recursos naturais sem que o Brasil pudesse resistir. Por essas e outras hoje nós pagamos gasolina a 7,30. Não se confundam amigues... De Santa essa União Europeia não tem muito. Quando terroristas atacam a França, o que não me alegra, mas quando atacam, é porque em seus países de origem está um caos e guerra pelas armas traficadas pelos capetalistas pra desestabilizar democracias. Não tem santo na jogada e a intervenção de muitos destes grandes ao não reforçarem democracias nestes países pequenos, de e verdade, infelizmente geram esses infernos que agora vão pra fronteira de quem? Da Europa e dos EUA. Enquanto os ricos do mundo não ajudam os pequenos países de verdade pra seguir lucrando por suposta "liberdade" blabla.. suas elites lucram mas o globo paga. E há mortes diárias envolvidas. Vamos na raiz das questões. Vamos no pano de fundo galera. Países estáveis, com distribuição de renda e riqueza não tão em guerra civil. 
Neste mundo que estou lançando meu próximo livro Reencantar essa semana. Logo menos trago novidades. Mas olho lá pra fora com uma tristeza e um senso de urgência pra saber como ajudar. Por hora denuncio por aqui. Esteja aberto o debate.  

Vinicioz Bórba

domingo, 21 de novembro de 2021

Sobre a espartanização da sociedade brasileira ou sobre como o facismo neomiliciano se impõe com a militarização de escolinhas

Por Vinicioz Bórba
https://www.facebook.com/sensacinemx/videos/1098798453957196/
Cabulosa a montagem por trás do tal 300. Cinemão brabo no Croma Key. Mas tem uma outra faceta bem triste que é a consequência simbólica de certas produções. Sabemos, pra quem estudou Atenas e Esparta na escola, que Esparta era a face guerreira mais brutal da parada. Atenas, com sua deusa Mulher, ligada ao amor, as artes, e especialmente à Política, de onde deriva inclusive a expressão cunhada pela primeira vez da DEMOCRACIA, apesar de sabermos que em Atenas daquela antiga Ágora só votavam e eram votados os considerados cidadãos, ou seja, homens, guerreiros, com posses. Escravos, mulheres e etc normalmente não tinham voto.. qualquer semelhança com a atualidade é mera coincidência. Mas obviamente avançamos por demais. Porém, trago aqui a reflexão sobre a tal Esparta. Em Esparta, desde os setes anos de idade, os meninos já eram separados, inclusive do ninho da mãe. Ou se tornariam guerreiros, e só numa fase posterior se tornariam donos de terras e assim políticos, podendo alçar cardos nos conselhos da cidade e conselho ancião, para legislar. Pessoas com deficiência ou consideradas fracas eram  jogadas do penhasco de Taigeto. 

A arte e demais ciências como a filosofia era ignoradas pra que um homem não deixasse das funções militarescas e as mulheres cumprisse sua função de reprodutoras. Qual a característica que define uma sociedade completamente militarizada??? O medo.
Visivelmente, a exigência de.ordem, a padronização de pessoas, essa busca de foco na proteção e etc, podem parecer atraentes num filme de guerreiros romantizados. Mas na vida real e em pleno século 21, vermos a militarização de escolas de nossos e nossas meninas dá exatamente a visão de uma tentativa dos neofascistas de selecionar e potencializar sob uma linha específica de orientação de PMs, que com todo respeito aos companheiros, mas são muitas vezes cidadãos desumanizados em treinamentos que visivelmente lavam cabeças de forma a reduzir o filtro pra atos de violência, e chegam depois pra tratar esses meninos e meninas numa lógica altamente competitiva e agressiva, de autoritarismo, e posso apostar que não são lá escolas voltadas a processos democráticos de escolha de direção, processos artísticos, e lógicas emancipadores do ser humano. São dessa lógica de formação de "cidadãos fortes",  ou seja, altamente competitivos entre si (o capetalismo selvagem adora isso!) e valores específicos do conservadorismo que fortalece uma alienação. "A mas os meninos estão melhores..blabla". Os meninos estão com mais medo. Criou-se uma lógica repressiva pra jovens e crianças periféricas. E, naturalmente, pra muitos deles e delas criou-se um espaço de firmeza que país sozinhos trabalhando e tendo de relegar a criação de seus filhos nessa periferias para criar os filhos dos ricos lá nos centros, acabava delegando à rua esse processo de criação de seus filhos. Mas não se resolveu a questão do salário digno daqueles pais para terem o tempo com seus e suas filhas, ou dinheiro para pagarem baba ou escola melhor em integral prós e pras meninas. Não, não. Apenas criou-se uma escola que seleciona uma parte destes e destas meninas, expulsa os e as que tenham algum ímpeto de resistência ou que seja mais libertário ou inconformado com essa forma, e faz daquele grupo um pólo de irradiação de conservadorismo como o que hoje vemos, com essa potencialização do Bolsonarismo e desse neofacismo que de forma brutal tem se imposto na aceitação geral da lógica do medo, e na militarização da nossa sociedade pra venda de armas e mais violência como meio de vida.

É o que se preconiza numa sociedade guerreira como os EUA. É o que hoje se reproduz aqui com o Balanço Geral, Cidade Alerta e todos esses infernos transmitidos não pra educar a sociedade sobre como se.prroteger contra isso ou aquilo, mas pra manter uma vibração coletiva de ódio aos pobres e medo constante que justifique ações irracionais e instintivas de.muita gente, na busca de uma proteção qualquer perante o risco eminente na vida. Se você está o tempo todo com medo, digamos, num "filme de terror", você prefere um mocinho ou até um monstro como seus gestor pra lhe defender. E estamos aí, simbólicamente, com um fascista miliciano na gestão maior do país, com políticas atrasadíssimas, porque nem sequer uma política séria esse cara consegue fazer avançar. 

Tá pesado. Armamentismo, exaltação dos símbolos nacionais com ufanismo e militarismo, repressão das artes (cortando tudo quanto há de financiamentos.. pode ver) e perseguição e morte de lideranças comunitárias, indígenas, pretas periféricas e até parlamentares, como até hoje temos plena desconfiança de quem.mandou matar Marielle, mas não dá pra afirmar porque ninguém teve coragem de fazer a investigação e encerrar lá no Rio (polícia de milicianos..vai vendo).. militarização de escolas é só a cereja do bolo nesse novo projeto fascista de sociedade. Abaixo a espartanização da nossa sociedade brasileira. Fora Bolsonaro

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

ESPETACULO GRACIAS A LA VIDA ESTREIA EM OUTUBRO NO DF

A convite do parceirão Dorival Brandão estreio em outubro o espetáculo Gracias a la vida, dividindo palco com Sheila Campos diva, texto do poeta Pedro Tierra e direção teatral de Hugo Rodas! Direção do musical é do mestre Alex Paz!
 Acompanhem, teremos as maravilhosas vozes de Chico Nogueira e Dani Machado, vai ser mágico! 

Conto com todo mundo pra curtir essa fita, espetáculo lindo e produção da querida Janaína Montalvão! 

O cancioneiro brasileiro e latino americano revisitado trazendo a consciência e luta artística de grandes como Mercedes Sosa, Athaualpa Yupanqui, Violeta Parra, Chico Buarque e tantos e tantas outras. Poesia, música e teatro em alto nível breve nos palcos. Feliz, aqui ateeee..

terça-feira, 25 de maio de 2021

AMEMOS MAIS, É O QUE RESTA, por Vinicioz Bórba

Sobre as perdas nos últimos períodos. Deixo essa reflexão a quem está nas dores da morte.
Desejo paz caso mais alguma perda (tem sido tantas.. toda semana recebo), caso mais alguma perda tenha se abatido. As pessoas passam por nossa vida, trazem alguma lição, e se encaminham na medida perfeita. Meio triste as vezes, com algum cuidado a mais até dá pra esticar essa corda, mas um dia a conta chega, e é bom vivermos cada momento como se fosse o último. Porque tudo acaba. E se recomeça, o que você pode aceitar ou não, ou mesmo se não termina nunca (podemos ficar imersos nessa condição de não materialidade, algo observado por centenas de mestres budistas e atestado por bons amigos Espíritas e tantos e tantas paranormais sérios/as na história da humanidade), saibamos sempre que agradecer e lembrar quem se foi e sua importância aqui é crucial. Não se prender a traumas e etc, esses é fazer os ritos e processos pra desbloquear e não deixar a vida parar, vencê-los pois.
 Mas seguir amando quem está na caminhada consigo. Há que cuidar para não ficar no apego interminável, que segundo observações Espíritas gera também bastante dor em quem segue. Dói, dá saudade? Dá. É buscar emitir amor, agradecimento sincero pela passagem com a gente, acalmar também quem passou e pode estar em desespero.
 Quem fica segue precisando de você em sua firmeza, chorar o que tem de chorar (lutos chegam a durar dois anos pelo menos, segundo psicólogos. São processos naturais em mortes e fins de relação), mas se esforçar pra não vibrar no medo e nem no apego, não prender a pessoa desencarnada nisso. Toda emoção boa de carinho que emitimos pra lá é linda, acalma e auxilia no refazer dos processos. 
A sutileza da dimensão em que essas pessoas podem estar não os permite quase contato por aqui. Mas vibrar luz pra eles e elas, por nós que sim estamos ainda encarnados, é de muita força energética, segundo o que apontaram alguns estudos meus e observações. Segundo alguns estudos do budismo e até revelações de Budas (sim houve vários, e todos temos essa condição de iluminação possível), com nossa existência atingimos 7 gerações pra trás, e até 10 pra frente. Vai de quem crê, e como vi numa peça sobre Jung certa vez e muito me marcou, "Seguem ateus e cristãos, todos/as em dúvidas"... Pra cada pessoa uma forma de sentir a espiritualidade de sua jeito. 
Cuidemos pois pra dar bons exemplos de vida feliz, com entrega, equilibrando o racional e emocional, buscando a ética e reconhecendo e perdoando erros, os nossos e dos outros/as, porque está tudo na conta (conheçam Hoponopono. É libertador. Simples e certeiro). Mesmo os que agridem e até fazem coisas piores, como temos visto tanto no Brasil, nas durezas que praticam, podem estar ali encontrando a luz (sempre que um grande mal se abate, proporcionalmente advém a luz, é a lei Hermética do equilíbrio, da Polaridade, vai rolar). 
Portanto, olhemos para o porvir. Há sempre esperança. Mesmo nos piores cenários. Amemos mais. É o que resta. 
Vinicioz Bórba